quinta-feira, 15 de novembro de 2012


Curso: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
Pólo: POSSE
Aluno: BIANCA ALVES DE MACEDO
Disciplina: TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS 3
Atividade: ANALISANDO A TV-Novela




A novela de época da rede globo chamada Lado a Lado é exibida às 6 horas de segunda a sábado. A história conta muitas histórias passadas no século XX logo após o fim da libertação dos escravos. Os temas abordados pela novela são vários, mais o preconceito racial está sempre em foco na trama, perdurando por toda semana em que assisti à novela.
O público alvo a qual se destina essa novela acredito eu que seja para todas as classes sociais e idades, para a família brasileira que gosta de conhecer um pouco mais sobre a nossa história contada e interpretada por excelentes atores e atrizes.
Percebemos que a preocupação dos autores não é o de introduzir apenas os personagens, mais também os valores sociais, culturais, éticos, políticos e religiosos apresentados na novela pela a adaptação da elite aos novos rearranjos promovidos pela República e pelo fim da escravidão.
Acontecimentos como a reforma urbana, promovida pelo prefeito, que buscou alargar avenidas, a redução das doenças tropicais e o início das favelas também foram mostrados. Hábitos e costumes estrangeiros que interessava na época como a francesa e a chegada do futebol da Inglaterra também está sendo abordada na novela.
As classes sociais mais humildes são retratadas na maioria das vezes com cenas que passam “dos morros”, onde viviam os negros “não aceitos” pela sociedade.
O papel do homem, da mulher, da criança, e principalmente dos Negros são bem típicos do período histórico, o homem chefe de família que trabalhava fora e sustentava a casa, o da mulher sempre submissa em casa cuida dos filhos e vive para agradar o marido, não podendo trabalhar fora. Os filhos tinham uma educação rigorosa, tendo regras e limites para tudo que fossem fazer.
Os negros, aos poucos estavam incorporando sua cultura na dança com o samba, na capoeira como forma de proteção, na religião no jogo dos búzios, na comida com o a feijoada, no comportamento em exposições de cenas de amor entre um homem e uma mulher em locais públicos.
A partir dessa novela, podemos refletir mais sobre fatos do passado que estão presentes ainda nos dias atuais como racismo, que ainda se tem contra os negros, e quanto aos comerciais que passam nos intervalos dessa novela, o que mais chamou minha atenção foi ver o da própria atriz (Camila Pitanga) que faz a negra Isabel fazer o comercial da Caixa, (empréstimos, juros baixos), interessante essa “coincidência”.

ANALISANDO A TV

Curso: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
Pólo: POSSE
Aluno: BIANCA ALVES DE MACEDO
Disciplina: TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS 3
Atividade: ANALISANDO A TV





O programa de televisão da rede globo que faz a linha humorística escolhida para a análise foi “A Grande Família”. É um programa voltado para a família brasileira sua indicação é livre.
O chefe da família é o funcionário público Lineu e sua esposa é a dona de casa D.Nenê. O casal tem dois filhos, Tuco e Bebel, sendo ela casada com o taxista Agostinho e tem um filho adolescente chamado Floriano em homenagem ao bisavó que já faleceu.
Esse programa é exibido uma vez na semana à noite e retrata o cotidiano da família brasileira de forma bem humorada.
Os relacionamentos referentes a idades diferentes, fascínio pela “onda” do momento em ser reconhecido pela mídia, relação entre genro e sogro, mãe e filho dentre outros faz a linha “valores” retratados muito bem em alguns episódios.
Temas atuais como o homossexualismo também já foi apresentado nesse programa de forma “leve” levando aos telespectadores um pensamento mais crítico sobre a condição social e familiar em que vivem as pessoas que assumem ser homossexuais.
O papel do homem é bem típico nosso em alguns casos ainda presentes nas nossas famílias, ele trabalha fora e a mulher na maioria das vezes fica em casa cuidando dos afazeres e dos filhos salvo quando algumas trabalham no mesmo bairro onde moram, ou seja, bem próximos a suas casas.
O figurino é bem o dia dia, muita cor e conforto, roupas próprias da  comunidade, bem  “povão”.
Não percebi a existência de um padrão de beleza, pois tanto as mulheres como os homens fazem o tipo comum dos brasileiros.
Quanto às propagandas aparecem nos intervalos e são voltadas para o público de qualquer idade, coincidindo com o público que assiste ao programa.
Vejo que o programa A Grande Família pode influenciar o comportamento da sociedade na forma a pensar sobre as relações familiares, muitas vezes apresentadas como na realidade. Por isso percebo que é bem aceita pela família brasileira, sendo muito bem escrita e dirigida.

Curso: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
Pólo: POSSE
Aluno: BIANCA ALVES DE MACEDO
Disciplina: TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS 3
Atividade: Resenha do filme: O Show de Truman



 

Truman e o seu mundo

Assim como o “Big Brother Brasil” e “A Fazenda”, o filme Show de Truman tem como tema o reality show.
O que se nota de diferente é que o personagem principal Truman (Jin Carey) não sabe que faz parte do show e está tendo a sua vida filmada e mostrada para várias pessoas ver. Ele pensa que é de verdade um  vendedor de seguros e que é casado com Mery (que na verdade é a garota propaganda)  e vivem em uma pequena cidade calma. Ele se transformou no centro das atenções televisivas, desde quando ainda estava na barriga da sua mãe. Desde então tem a sua vida sendo acompanhada e vigiada por muitos telespectadores, alguns fanáticos pelo programa e outro revoltados com a situação do ser humano enclausurado e vivenciando a farsa em sua total ignorância.
Para se ter o mundo “real” dentro da “redoma” de Truman, as cenas do filme contaram com ajuda das tecnologias, sendo possível terem cenas de sol, chuva, lua dentre outros, advindos do mundo “real.”.
Truman só começa a perceber o que acontece em sua volta, quando percebe que a sua “esposa” faz parte da propaganda de determinados produtos como o chocolate e sua forma exagerada de oferecer-lhe.
Tocado pelo amor, Truman percebe toda a farsa que é a sua vida onde como protagonista tem seus anseios para conhecer o mundo “lá fora”.
Assim são também os telespectadores em relação à televisão e suas programações, que são muitas vezes capazes de nos levar aos lugares tão distantes, às vezes belo e às vezes triste.
A vida de Truman dentro da sua caixa de Skinner foi mudada a partir do momento em que ele próprio teve o conhecimento da verdade e usou da sua autonomia para mudar aquilo que achava errado.
Também temos o livre arbítrio em tudo que se refere a nossa vida, e com a escolha do que ver na televisão não pode ser diferente.
Temos que ter vida própria e não sermos dependentes de interesse do que “os outros” querem para nossas vidas e não aceitar ser manipulados e dominados pela televisão e suas programações muitas vezes repetitivas e apelativas.


Curso: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
Pólo: POSSE
Aluno: BIANCA ALVES DE MACEDO
Disciplina: TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS 3
Atividade: Resenha do filme: O Show de Truman



 

Truman e o seu mundo

Assim como o “Big Brother Brasil” e “A Fazenda”, o filme Show de Truman tem como tema o reality show.
O que se nota de diferente é que o personagem principal Truman (Jin Carey) não sabe que faz parte do show e está tendo a sua vida filmada e mostrada para várias pessoas ver. Ele pensa que é de verdade um  vendedor de seguros e que é casado com Mery (que na verdade é a garota propaganda)  e vivem em uma pequena cidade calma. Ele se transformou no centro das atenções televisivas, desde quando ainda estava na barriga da sua mãe. Desde então tem a sua vida sendo acompanhada e vigiada por muitos telespectadores, alguns fanáticos pelo programa e outro revoltados com a situação do ser humano enclausurado e vivenciando a farsa em sua total ignorância.
Para se ter o mundo “real” dentro da “redoma” de Truman, as cenas do filme contaram com ajuda das tecnologias, sendo possível terem cenas de sol, chuva, lua dentre outros, advindos do mundo “real.”.
Truman só começa a perceber o que acontece em sua volta, quando percebe que a sua “esposa” faz parte da propaganda de determinados produtos como o chocolate e sua forma exagerada de oferecer-lhe.
Tocado pelo amor, Truman percebe toda a farsa que é a sua vida onde como protagonista tem seus anseios para conhecer o mundo “lá fora”.
Assim são também os telespectadores em relação à televisão e suas programações, que são muitas vezes capazes de nos levar aos lugares tão distantes, às vezes belo e às vezes triste.
A vida de Truman dentro da sua caixa de Skinner foi mudada a partir do momento em que ele próprio teve o conhecimento da verdade e usou da sua autonomia para mudar aquilo que achava errado.
Também temos o livre arbítrio em tudo que se refere a nossa vida, e com a escolha do que ver na televisão não pode ser diferente.
Temos que ter vida própria e não sermos dependentes de interesse do que “os outros” querem para nossas vidas e não aceitar ser manipulados e dominados pela televisão e suas programações muitas vezes repetitivas e apelativas.

FOTONOVELA

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

TEC3


Curso: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS
Pólo: POSSE
Aluno: BIANCA ALVES DE MACEDO
Disciplina: TECNOLOGIAS CONTEMPORÂNEAS 3
Atividade: Resenha do filme e documentário





O filme O Quarto Poder, retrata a vida de Sam Bailey (John Travolta)           um funcionário de um museu que tem sua vida repentinamente mudada quando perde seu emprego e tenta desesperadamente de forma “inusitada” recuperá-lo.
Armado com dinamite e uma arma, Sam entra no museu e pede a Srª. Banks diretora do local seu emprego de volta, mas ela não se comove com a sua situação.
No momento, o museu tinha vários visitantes entre crianças e um repórter (Dustin Hoffman) que aproveita a situação e começa a transmitir ao vivo o fato, dando uma “versão” contrária da realidade, usando de tudo para ter audiência. Esse mesmo repórter propõe a Sam uma esperança de reaver seu emprego de volta mais para isso ele teria que conceder uma reportagem exclusiva para ele.
Durante o filme, são mostradas cenas onde aparecem as pessoas, a imprensa e a polícia em frente do museu acompanhando tudo que se passa lá dentro. O final termina com Sam Bailey libertando as pessoas e depois comete o suicídio por ter receio do que o esperava fora do museu.
Percebe-se que o filme retratou de forma crítica a posição que muitos profissionais adotam em busca de fama e status advindos da mídia.
O repórter que acompanhava toda a história dentro museu não estava se preocupando em nem um momento com a vida das outras pessoas e muito menos com a do “seqüestrador”, o que era de seu interesse era mesmo a volta “gloriosa”, para a televisão tendo esse “furo” de reportagem exclusivo e conseguindo um ibope alto.
Essa postura adotada pelo repórter, nos faz refletir sobre a grande influência que a mídia exerce nas pessoas, podendo elevar ou destruir qualquer um independentemente de quem esta por trás dela.
Já no documentário “Muito Além do cidadão Kane” muito famoso da década de 1990, fala da grande manipulação de poder por trás das câmeras onde quem manda é a rede Globo de televisão que é a de maior audiência no Brasil. Prova disso é que a própria emissora comprou o documentário para que não fosse divulgado na mídia.
Nesse documentário, são mostradas algumas relações duvidosas entre o dono da emissora com entidades para conseguir e manter seu ibope.
Percebe-se que tanto no filme como no documentário, a manipulação da mídia é arbitrária, ela muitas vezes nos cerca de maneira a controlar o que diariamente vemos, tendo muita influência no nosso modo de pensar.
Se a mídia fosse mais parcial a sociedade não viveria tão influenciada pela televisão, salvo alguns casos raríssimos onde conseguimos perceber que realmente existem programações que não são sensacionalistas.
Vejo que o documentário e o filme nos possibilitaram a reflexão sobre estarmos mais atentos sobre o que à mídia nos oferece, temos que ser mais críticos e duvidar em alguns casos e não receber as informações e pronto!Devemos ser seletivos, pois ficou claro que “aqueles” que estão por trás dos meios de comunicação são na verdade a classe “dominante” que cada vez mais pensa na detenção dos seus interesses em desfavor da classe “desfavorecida” que em sua maioria são os telespectadores.